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Região Sul teve maior taxa do país de violência contra gays, lésbicas e bissexuais em 2017

Entre 2014 e 2017, a região Sul teve 1.836 registros de violência contra pessoas trans e 58.325 registros de violência contra pessoas homossexuais ou bissexuais cuja identidade de gênero não foi estabelecida.

A violência física é o tipo de violência mais registrado na região no período, e as mulheres – trans, homossexuais ou bissexuais – são a maioria das vítimas.

Dos 1.384 registros de violência física contra pessoas trans em quatro anos no Sul, 166 foram contra travestis (12%), 322 contra homens trans (23%) e 896 contra mulheres trans (65%).

Já entre os 41.605 registros de violência física contra pessoas homossexuais ou bissexuais, 8.886 das vítimas foram homens (21%) e 32.719 foram mulheres (79%).

Enquanto Santa Catarina é o Estado com mais registros de violência física contra pessoas trans no período (497, diante de 462 no Paraná e 425 no Rio Grande do Sul), o Paraná é o que mais registrou violência física contra pessoas homossexuais ou bissexuais (17.729 casos, perante 13.475 no RS e 10.401 em SC).

Em 2017, a região Sul teve a mais alta taxa de violência contra pessoas homo/bi no país: foram 62 casos a cada 100 mil habitantes, enquanto a taxa nacional foi de 41 por 100 mil. Os três Estados da região tiveram taxa acima da nacional: 72 no PR (a 3a maior taxa do país), 62 em SC e 54 no RS. Já a taxa de violência contra pessoas trans no Sul naquele ano foi a mesma do conjunto do país: dois casos a cada 100 mil habitantes. 

*Próxima atualização dos dados prevista para setembro/2019.

Violência LGBT+ em números no Sul